sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Ir tocando em frente...


"Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais.
Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe, só levo a certeza de que muito pouco eu sei.
Ou nada sei...
(...)
Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha, ir tocando em frente.
Como um velho boaideiro levando a boiada eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou. Estrada eu sou."
(...)
Todo mundo ama, um dia todo mundo chora
Num dia a gente chega, no outro vai embora.
Cada um de nós compõem a sua história
e cada ser, em si, carrega o dom de ser capaz
e ser feliz...
Conhecer as manhas e as manhãs
o sabor das massas e das maçãs
é preciso amor pra poder pulsar
é preciso paz pra poder sorrir
é preciso a chuva para florir.
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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Quantos anos tem esse 22 anos?

Preciso falar sobre o meu aniversário deste ano antes que eu esqueça alguma coisa. Bom, como tem sido na maioria das vezes, foi incrivelmente bom. Diverti-me muito na companhia de pessoas que amo.
No sábado (04) pela manhã eu andei no calor impiedoso até a Penha, com ela, para conhecer o trabalho de um fotógrafo que provavelmente fará a foto-filmagem do nosso casamento. De lá partimos direto para o shopping pra comprar uma roupa legal pro meu níver e almoçar no outback. Já era o começo da comemoração, com direito ao “parabéns pra você” que só os garçons do outback sabem fazer (rs). Depois disso, nós assistimos a DVD pra terminar um dia que parecia já suficiente, mas, quando experimentei a roupa que comprei senti muita vontade de sair pra dançar (hahaha). Liguei pra algumas pessoas e junto com ela fomos à Lapa! Acabamos num lugar super maneiro, mas, por causa da falta de antecedência nos planos, não conseguimos aproveitar muito. Bebemos, comemos, contamos piada e voltamos pra casa! Mas ficou na lembrança (na máquina fotográfica também) e por isso fez parte das comemorações.
No dia seguinte (05), cedo, fomos com a família dela conhecer a Feira de Itaipava! Ganhei presentes (não foram os primeiros porque, o presente dela eu, como sempre, consegui ganhar bem antecipado hehe) e comprei presentes também! A idéia era almoçar em Itaipava, mas, o carro insistiu em ir pra Petrópolis (rs). Depois do almoço lanchamos numa casa de chocolates por lá mesmo e voltamos pro Rio. Fui direto pra casa pra descansar e separar energia pro dia seguinte.
Passei a manhã do dia 6 procurando o lugar certo pra comemorar, já que a idéia era virar a noite para o dia 7 comemorando e, depois que escolhi e reservei o Mistura Carioca (Lapa outra vez!), convidei as pessoas e parti pra lá com ela e a tia dela (apresentada a Lapa em razão do meu aniversário hehe). Foi a comemoração de fato! Dançamos, bebemos, comemos, tiramos fotos, ganhei mais presentes (rs) até que deu meia-noite e era oficialmente dia 7 de setembro. Logo depois nós voltamos, eu, pelo menos, já começando a sentir o cansaço desse feriadão.
Na terça (07) eu e minha amada fomos novamente á dois ao Outback para um almoço mais caprichado... dessa vez sem os parabéns cantado (rs). Mas não era o fim! Precisava ainda comprar bebidas, pois haveria a comemoração em casa logo depois, pra outra parte da família, pra outro grupo de amigos... com direito a um bolo de aniversário até o momento ausente (rs), salgadinho e oração! Até mesmo nessa última comemoração houve “revezamento” porque, quando uns convidados iam, outros chegavam e começava tudo de novo. No que parecia o final, eu e o Pablo (aniversariante na véspera) ainda tentamos achar um filme no cinema, mas, acabamos em casa mesmo, dando ibope pra Globo.


Então acabou. Fui dormir, prometendo que o fim de semana seguinte seria de fato para descanso! E muito satisfeito. Durante todas essas comemorações quase não pensei nas pessoas que não estavam comigo. Nas pessoas que não ligaram e nas pessoas que, mesmo se quisessem, não poderiam ligar. Lembrei do Pablo Menezes, lembrei que ele não está comigo há alguns aniversários, mas, se eu pensar bem, talvez agora, onde ele está, na verdade está e estará comigo em todos. Não era assim quando ele era vivo. O saldo do feriadão foi muito positivo. Ela encarou da primeira até a última hora desses 4 dias do meu lado (rs) e isso é inesquecível! 22 anos. A minha reflexão dessa vez é: Quantos anos tem esses 22 anos?


Obrigado Deus por mais um ano e obrigado a todos que participaram de alguma forma!


Nós dois no primeiro dia de Lapa (5/9) - eu na Coca-cola e ela no álcool (haha)

Nós dois em Petrópolis no dia 06-09.

Nós dois com meu irmão e minha cunhada no segundo dia de Lapa (6/09 - 7/09)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Sr. e Sra. Müller - Estréiam em 2011

Nosso “longa” já tem data certa para estrear. A produção já está em andamento e, diga-se de passagem, em alta velocidade rs.
Bom, estou falando sobre o Grande Dia, quando vou me unir definitivamente a ela (lembrado a música “She – Elvis Costello”) na ocasião do nosso casamento. A Data permanece a que decidimos há tanto tempo. Tenho certeza que na época muita gente não tinha levado a sério (rs). Mês passado eram planos, hoje são metas com prazo. À curto prazo.
Também já decidimos local, músicas, padrinhos, cores, flores, lista de convidados e várias outras coisas. Nossa saga começou quando tentamos decidir o local da cerimônia. Pensamos que seria muito melhor o mesmo lugar para cerimônia e festa. Depois pensamos que era melhor não ter festa (hahaha). A verdade é que mesmo com essas dúvidas não precisamos pensar muito porque uma das nossas primeiras opções de Igreja parecia que estava esperando apenas nossa visita (que só não aconteceu primeiro lá por questões de horários) para marcar a data. É do jeito que a gente queria: Cabem nossos convidados, é muito bonita sem ostentar riquezas desnecessárias, tenho amigos muito queridos entre os membros, é a igreja que possui a banda que iria tocar independente de onde fosse a cerimônia (Grupo Kaleo) e num bairro que facilitará outros eventos do dia. É a Igreja Presbiteriana de Botafogo.
Para os familiares e padrinhos, um jantar em agradecimento pelo apoio antes e durante o dia do casamento. Será no restaurante Tomilho & Cia. Restaurante de uma grande amiga minha, lugar super bacana que nós dois adoramos ir juntos e, nada menos que o lugar onde eu a pedi em namoro! Não podia ser melhor. No mesmo bairro da Igreja e com tanto significado pra gente. Para os convidados da cerimônia, lembranças que entregaremos pessoalmente na Igreja para cada um, com direito a cumprimentos e fotos.
Este mês nós visitamos a ExpoNoivas (ritual rs) e começamos os contatos ( e contratos rs) com foto/filmagem, bem casados, decoração, etc.
A viagem de lua de mel já está planejada faz tempo (é muito melhor começar pensando nessa parte). Tem sido muito legal também nossos preparativos sobre o que vem depois. Até agora (e que permaneça assim) parece que nos entendemos bem sobre as prioridades e, quando isso não é tão fácil, estamos mostrando uma postura bacana pra solucionar isso na relação. Eu, particularmente, gosto muito de planejar a parte do “pós” casamento. A vida a dois. Só Deus e ela sabem tudo o que estou mudando em mim para fazer isso.
Bom, apesar de eu estar me esforçando para me tornar cada mais responsável e parecido com um marido também responsável, rs, este não será um “blog do noivo” e continuarei escrevendo aqui, muitas vezes sem citar meu casamento, até porque, hoje estou animadíssimo mas confesso que de vez em quando fico bem tenso hehe.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

De volta... again.

Senti muita saudade do meu blog e por isso mais uma vez (rs) dei uma repaginada e pretendo voltar aqui mais vezes. Se parar pra olhar, verá que desde 2007 os intervalos entres minhas fases de blog são sempre grandes mas a incidência de textos na fase que estou por aqui também é bem alta. rs

As fases do blog sempre acompanharam as mudanças radicais na minha vida. Geralmente minha mente borbulha quando as coisas mudam, saem da rotina. Isso está acontecendo...

Não é só do bolg que sinto falta...

Quero voltar ao início de tudo
Encontrar-me contigo Senhor.
Quero rever meus conceitos e valores,
Eu quero reconstruir.

Vou regressas ao caminho, vou ver as primeira obras, Senhor
Eu me arrependo, Senhor.
me arrependo, Senhor... me arrependo, Senhor!

Eu quero voltar ao primeiro amor
Ao primeiro amor, eu quero voltar a Deus.

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O que me falta para ser feliz?

Na verdade, antes de pensar em uma resposta eu precisei reconhecer que não sou feliz. Não estou dramatizando. Significa dizer que por mais que eu passe dias agradáveis, outros dias incríveis e tenha até boas surpresas e companhias, não sou plenamente feliz. A minha essência não é/está feliz. Eu deveria ser feliz enquanto não preciso de nada para me alegrar, e muito mais feliz quando houvesse algo. Mas a verdade é que sou feliz quando há algo de bom acontecendo e triste em todos os outros momentos que restam. Eu não me basto. Não tenho luz própria e por isso não gosto de luz apagada. Não foi sempre assim. Eu lembro, e algumas pessoas que andam comigo essa estrada de (in) felicidade também lembram, que eu fui feliz. Na essência. Eu brilhava nos olhos e no sorriso. Mas em alguns lugares do tempo, e eu sei exatamente cada tempo e lugar, eu arranquei partes da matéria prima que me formava e por isso estou sempre usando reservas esgotáveis. Eu sempre me abstive de culpa porque olhava para as pessoas, certo de que ninguém, ninguém se basta. Nunca percebi a sutil diferença entre as pessoas que passam por coisas ruins e as pessoas que passam por coisas boas. Eu sou uma pessoa que passa por coisas boas. E essas coisas passam. Melhor seria passar por coisas ruins e voltar à natural felicidade após. Todos dizem, e eu acredito, que se eu voltasse ao lugar onde perdi minhas partes eu não reencontraria mais nada, mas eu poderia tratar as feridas. Porque as piores feridas só são curadas com invasão. Precisam ser tocadas. Eu já toquei em muitas e não quero mais dor gratuita ou mesmo recompensada. Por isso que acredito que há outra maneira... E o que me falta para ser feliz é encontrá-la. Eu estou tentando e é tudo que posso prometer por enquanto. Até lá estou comprometido em valorizar as coisas boas que recebo e compartilhá-las com quem amo. Estou em busca da felicidade e isso me coloca em um patamar mais positivo (e vivo) que algumas pessoas.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Caminhos para uma vida melhor.

Se você pensa que já ouviu ou leu isso em algum lugar, tem explicação. Esse é o slogan do Metrô Rio 2010. E se você me conhece ou ao menos já leu esse blog uma vez, sabe que eu trabalhei no Metrô Rio por 6 meses, precisamente de Outubro de 2009 à Abril de 2010. Já irá completar 3 semanas a minha troca de emprego, mas, eu não queria escrever no mesmo post sobre o meu novo trabalho sem antes registrar merecidamente algo especial para o Metrô Rio.
Quando apareceu a oportunidade de ir trabalhar no Metrô por 3 meses, era exatamente aquilo (eu pensava) que eu precisava. Tinha saído do escritório onde trabalhava porque precisei trancar a faculdade de Direito e não poderia continuar. Estava com medo de conseguir um emprego na área da faculdade de Gestão de RH e perder completamente o foco... por isso, trabalhar por 3 meses em um lugar era bem interessante financeiramente (porque não poderia ficar muito tempo sem receber ao menos um salário razoável) e ideologicamente. Cheguei ao setor de Inteligência de Mercado (área de Marketing e Relacionamento com o Cliente) sem esperar nada. Fui avisado que ficaria responsável por cuidar de um dos produtos (no que diz respeito apenas às soluções de seus problemas) nesses 3 meses. Então me surpreendi.
Conheci pessoas incríveis. Profissionais super dedicados e amigos honestos, que sem eu saber, estavam me cativando. Pessoas muito inteligentes, responsáveis e com muita história pra compartilhar. Quando os 3 meses chegaram ao fim, havia a possibilidade de ficar mais 3 meses e a aflição foi enorme mas, graças a Deus, consegui. A partir dessa renovação, eu nem lembrava mais do discurso de antes. Estava lá e fazia parte de tudo aquilo. Dava meu sangue, vestia a camisa. Participava de tudo e era reconhecido e valorizado na media do possível, no cabia aos meus “chefes imediatos”.
Nesse momento do contrato eu já percebia. Tinha amigos que não queria nem pensar em quando deixaria de vê-los. Compartilhávamos nossas vidas, nossos problemas. Era divertido e gratificante todo stress de horas extras e cansaço (que eu tanto reclamava rs) só por estar com eles. E mais 3 meses se passaram.
E o último dia estava chegando. Combinamos uma despedida na churrascaria e tiramos muitas, muitas fotos. Foi um almoço super divertido e quando voltamos, tinham preparado uma surpresa com uma torta ENORME de chocolate rs, com direito a discurso da chefe (e meu também rs). Emocionante.
Fui sincero com eles. Todos sabiam que eu não esperava nada dos 6 meses que fizeram tanta diferença pra mim. Aprendi muita coisa. Muita mesmo. Profissionalmente falando. Sentimentalmente falando. Hoje consigo perceber que Deus me deu um presente pra compensar a frustração que eu começava a sentir antes de ir pra lá.
Esse slogan tem tudo a ver com o Metrô e comigo. Com nossa relação. Se hoje minha vida é melhor do que era antes, se consigo visualizar que daqui pra frente a tendência é melhorar cada vez mais, o Metrô Rio certamente foi meu caminho para uma vida melhor.
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A Máquina do tempo não me atrai.

Não, ela não me atrai.
Tudo de bom que eu vivi, todas as experiências bacanas que eu tive, posso visitar com minha memória. A questão é que todas as dores também estão na lembrança, todo sofrimento, toda decepção. Eu não voltaria no tempo pra tentra escapar de nenhuma delas.

Minha amada perguntou esse semana se eu voltaria e extamente pra quando eu retornaria...
Eu disse que talvez em 2007.

NUNCA! rs

Em 2007 estava com a vida resolvida. Trabalha e ganhava mais do que o suficiente (diferente de hoje), estudava na faculdade o curso que me trazia prazer completo (só um pouco diferente de hoje) e tinha os melhores amigos que poderia desejar (hoje eu sei que meus melhores amigos estão comigo). E foi nesse mesmo ano que tudo desabou.

Ah... quanto sofrimento. O ano acabou, passou... no ano seguinte eu estava juntando os cacos. A sensação do alívio, da fuga das dores, da reconstrução de tudo... foi muito boa! Um bom ano. Mas, como parecia que eu precisava mudar minha vida uma vez por ano, em 2008 eu radicalizei de novo (rs)... 2009 não tinha nenhuma perspectiva de ser um bom ano.

Então em 20 de Fevereiro de 2009 eu e minha amada começamos a namorar. A história começou antes, antes mesmo de 2009 começar, rs e foi muito bom ter a mente e o coração preenchidos com algo tão bonito e gostoso...

Fizemos um ano de namoro e cada marca que eu trago do passado é essencial pro namorado que eu sou hoje. Cada história, cada dor, cada erro em meio às tentativas de ser feliz, e claro, todos os acertos, formaram minha personalidade tão simples e tão compliacada...

Não... se tudo resultou em quem sou e no que tenho, máquina do tempo não me atrai.
Estou ficando velho (rsrs), só quero pensar no futuro. Com ela.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A responsabilidade que o amadurecimento traz.

Definitivamente eu amadureci. De novo. Não é pretensão ou algo do tipo. Até porque, vai soar aqui como uma reclamação. Já pensaram em toda a responsabilidade que o amadurecimento traz? Uma vez que você aprende a lidar com certo tipo de situação, você não pode mais se dar ao luxo de esquecer como se faz. Eu pensei essa semana (sério, pensar foi a atividade geral dos meus últimos dias) que eu tinha problemas em verbalizar meus pedidos à Deus. Na verdade nem era isso, eu simplesmente não gosto da sensação de estar sempre pedindo e, sem dúvida alguma, uma vez que sou filho dEle, não importa o que eu não peça, sempre terei o melhor dEle pra mim. Mas... confesso numa boa que a sensação de pedir algo e não receber é muito chata. Mas, sinceramente, reclamo mais por reclamar do que por querer que isso mude. Não pode haver nada melhor do que a vontade de Deus pra mim e, se nossas vontades não coincidem, que seja feita a dEle! PRONTO! Amadureci outra vez.
Pensei também que existe o momento de entregar a expectativa nas mãos de Deus, de fazer aquilo que é conduzido naturalmente pelo caminho que Ele aponta (as pessoas chamam de "acaso") e deixar que cada caixa revele uma outra caixa, que vai revelar outra, e assim por diante, até o momento de pedir ESPECIFICAMENTE. É, essa hora chega. De repente, não mais alienado das coisas que Deus possa fazer por mim mas sim, desejoso de que algo específico se realize e, que esse desejo tenha nascido no coração dEle pra que nossas vontades coincidam e eu receba o que pedi. E seja grato. Amadureci outra vez!
E então vem a parte de esperar. Agora eu posso desistir de não ficar ansioso (ou então isso vem com outro amadurecimento, rs). Ah mas essa parte pede coragem, sem dúvida. Estranho dizer isso justamente na parte onde não há "ação" mas, é a parte pros corajosos. Agora estou de peito aberto, eu pedi, verbalizei, imaginei, quase "palpei" o que quero e, posso receber ou não. Dizem que eu não deveria nem pensar na segunda hipótese, que é falta de fé. Pode ser que isso venha com outro amadurecimento ou então, eu já amadureci o suficiente pra reconhecer as duas possibilidade e aceitar bem qualquer uma das duas.
Aprendi que chega um momento em que eu sei o que quero. O alvo se concretiza na minha imaginação e eu tenho coragem suficiente pra pedir na hora certa. Mas aprendi que mesmo quando não sei exatamente o que quero, há algo que sempre está na minha lista: a vontade de Deus pra mim, compartilhada comigo ou não, é tudo o que eu preciso. A responsabilidade de saber isso é que não posso esquecer, mesmo sabendo que Ele é um Pai misericordioso o suficiente pra me perdoar caso me escute reclamar, resmungar, não convém voltar atrás em uma lição que já aprendi.
Amadureci outra vez.